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Incentivo à brincadeira valoriza a infância

  • 10 de outubro 2018
  • por Hellen Ribaski

 

Crianças correndo, soltando balões ou simplesmente jogando bola na rua. O ato de brincar proporciona muita mais do que um momento lúdico à vida das crianças, é por ele que ela pode descobrir, experimentar e interagir com o mundo a sua volta.

Pensando nisso foi criada a plataforma Vamos Brincar (www.vamosbrincar.org.br), uma iniciativa das Unidades Sociais e Educacionais da Rede Marista de Solidariedade (RMS), em parceria com a Rede Marista de Colégios. A plataforma foi desenvolvida em prol do Direito ao Brincar, um dos programas da RMS. Por meio da ferramenta, pais, educadores e professores podem pesquisar, encontrar e sugerir novas brincadeiras para realizarem com as crianças.

Para falar sobre o assunto a Carol Chab entrevistou no Programa Manhã da Mais Márcia Nanaka, coordenadora pedagógica do Grupo Marista.

 

 

 

O direito ao brincar é garantia da Convenção dos Direitos da Criança (CDC) e foi referenciado pela ONU em 2013, em Genebra. O Artigo 31 reconhece o direito de cada criança ao descanso, lazer, jogos e atividades recreativas e livres, além da plena participação da criança na vida cultural e artística.
Segundo a pedagoga Marcia Nanaka, especialista em educação infantil da Rede Marista de Solidariedade, o ato de brincar representa muito mais do que um entretenimento.

 

“O brincar possibilita à criança imaginar, criar, expressar, descobrir, fazer de conta, seja interagindo com o outro, com os objetos de sua cultura, seja com elementos da natureza. Assim, o brincar contribui para que a criança expresse o que sente e pensa sobre o mundo de uma forma única, própria dela”, explica.

 

Dia das Crianças em tempos eletrônicos

 

Com o avanço da tecnologia e as múltiplas telas acessíveis a um toque, é comum que as crianças optem por brinquedos eletrônicos. No entanto, Marcia explica que todas as brincadeiras contribuem para a formação da criança.

 

“Acredito que a brincadeira mais saudável é aquela que permite as interações com o outro, com brinquedos diversificados, estruturados e não estruturados, em espaços seguros que promovem experiências diversas como sentir, imaginar, criar experimentar, aprender e principalmente descobrir”, reforça.

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