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Missão Haiti III: Tratamento do câncer sem fronteiras

  • 15 de março 2019
  • por Repórter

 

 

Toda a população do Haiti vive com menos que o equivalente a 5 reais por dia e outros quase 60% vivem com menos que 10 reais. Um ambiente como esse, com 85% das pessoas vivendo abaixo das linhas da pobreza e da extrema pobreza e 1% detendo 50% dos recursos do país gera todas as condições para o avanço da violência, desesperança e em alguns casos até à barbárie.

 

Soma-se a isso uma região propícia a desastres naturais como terremotos e furacões e uma sociedade de corrupção em todas as esferas de governo, o resultado é inevitavelmente ruim. Não há coleta de lixo urbano, sendo tudo acumulado ao redor das calçadas. Não há iluminação pública, após o pôr-do-sol só se enxerga o farol dos carros.  Não há água potável nas torneiras, muito menos saneamento básico e esgoto encanado. Não há serviço de correios e entregas, porque os endereços e números de casas não existem. As pessoas se localizam por referenciais naturais e macrorregiões da cidade.

 

 

Hospitais, hotéis, supermercados, condomínios, todos protegidos por seguranças com escopetas e metralhadoras. Agora imagine diagnosticar e tratar câncer neste ambiente.
É o desafio aceito pela ONG IHI (Innovating Health International https://www.innovatinghealthinternational.org/ ) que há 4 anos iniciou um programa de prevenção e tratamento oncológico, baseado na arrecadação de fundos internacionais para compra de quimioterápicos, e a organização de missões de cirurgiões para realizar mutirões periódicos. Sem nenhuma máquina de radioterapia no país, a cirurgia torna-se a única chance de cura para a maioria dos pacientes. Sobre o tema a Carol Chab Conversou com o Phillipe Abreu, Cirurgião Oncológico, consultor internacional

 

 

 

 

(Fonte: Via assessoria)

 

 

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