Consultório médico

Instituto de combate à hanseníase promove a conscientização sobre a doença

  • 12 de abril 2019
  • por Repórter

(Foto: Reprodução)

 

 

O Brasil é o segundo país com maior número de casos da doença no mundo, atrás somente da Índia. 

 

 

Com o objetivo de oferecer assistência à população com hanseníase, difundir informações de qualidade sobre a doença, combater seus efeitos e incentivar o diagnóstico precoce, foi lançado no Brasil o Instituto Aliança contra Hanseníase – AAL, na sigla em inglês (Alliance Against Leprosy), associação sem fins lucrativos que nasce com a missão de unir ciência, educação e filantropia no combate a uma das doenças mais estigmatizadas no mundo. A entidade foi fundada pela dermatologista e hansenologista Dra. Laila Against Leprosy

 

 

A hanseníase é uma doença crônica infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que se multiplica lentamente e pode levar de cinco a dez anos para dar os primeiros sinais. A patologia afeta principalmente os nervos periféricos e está associada a lesões na pele, como manchas esbranquiçadas, ressecamento e perda de sensibilidade. O diagnóstico tardio pode deixar graves sequelas, especialmente a incapacidade física. Até 1995, a Hanseníase era conhecida como Lepra. Em março daquele ano, entrou em vigor a Lei 9.010, que alterou o terminologia oficial, mas não representou mudança significativa nos desafios vividos pelos portadores da doença.

 

 

Embora tenha cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a hanseníase é difícil de ser identificada. No programa Manhã da Mais, em entrevista a Carol Chab a médica falou sobre os cuidados e tratamento:

 

 

 

 

 

Fonte: Via assessoria

 

 

 

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